Deus e o Reino

Políti­ca vem de Polis, cidade; é a ciên­cia de orga­ni­za­ção, direção, admin­is­tração e a respeti­va apli­cação aos assun­tos inter­nos e exter­nos de uma nação. Nos regimes democráti­cos, a ciên­cia políti­ca é a ativi­dade dos cidadãos que se ocu­pam dos assun­tos públi­cos com o seu voto ou a sua mil­itân­cia.

Deus elegeu e chamou Moisés para a nobre mis­são de for­mar uma nação sob a Sua ori­en­tação, mas com home­ns sub­mis­sos e ded­i­ca­dos à causa do reino, con­forme êxo­do 3. Então, “saiu Moisés e fa­lou as palavras do Sen­hor ao povo, e ajun­tou seten­ta home­ns dos anciãos do povo e os pós ao redor da ten­da.” (Núm. 11:24). Moisés rece­bia ori­en­tação de Deus e a pas­sa­va aos home­ns para a executa­rem. Isto é o gov­er­no bási­co da nova nação.

Chega­dos ao monte do Sinai, Deus trans­mite a Moisés as leis bási­cas para a gov­er­nação do povo se­gundo Êxo­do, capí­tu­los 20–23. Estes qua­tro capí­tu­los rev­e­lam a orga­ni­za­ção bási­ca de leis necessárias à gov­er­nação do povo de Israel. Este era um reino sac­er­do­tal, ou seja, Moisés trans­mi­tia as leis a ser exe­cu­tadas por anciãos e sac­er­dotes (Êxo. 19:6).

No capí­tu­lo 15, Moisés recebe a lei da con­tribuição vol­un­tária para a con­strução da ten­da-tem­p­lo. E nos capí­tu­los 26–27 apre­sen­ta o pro­je­to para edi­fi­cação do Tem­p­lo. Nos capí­tu­los 28–30 temos a lei do sac­erdó­cio, suas vestes e deveres. No capí­tu­lo 31 lemos sobre a lei dos artí­fices para a exe­cução do pro­je­to do Tem­p­lo.

Após a morte de Moisés, Deus elegeu Josué para o sub­sti­tuir no coman­do do povo de Israel e re­lem­bra-lhe a lei entregue por Moisés: “Tão-somente esforça-te e tem mui bom âni­mo, para teres o cuida­do de faz­er con­forme toda a lei que meu ser­vo Moisés te orde­nou; dela não te desvies, nem para a dire­i­ta nem para a esquer­da, para que pru­den­te­mente te con­duzas por onde quer que andares” (Jos. 1:7).

Nos capí­tu­los 13–17, Josué admin­is­tra, com o sac­er­dote Eleazar e os anciãos, a repar­tição da ter­ra con­quis­ta­da. No capí­tu­lo 18, Josué con­tin­ua a divisão da ter­ra de Canaã; mas os lev­i­tas não tiver­am dire­ito a her­ança, porque ape­nas vive­ri­am do sac­erdó­cio; (v. 7). O capí­tu­lo 21 diz que os lev­i­tas re­ceberam de seus irmãos, cidades para habitarem no meio deles. O capí­tu­lo 23 nos mostra que Josué tin­ha um cor­po de anciãos, juízes e ofi­ci­ais para exe­cutarem as várias leis de gov­er­nação. Então, disse o Sen­hor a Samuel: Até quan­do terás dó de Saul, haven­do-o eu rejeita­do, para que não reine sobre israel? Enche um chifre de azeite, e vem, enviar-te-ei a Jessé o belemi­ta; porque den­tre os seus fil­hos me ten­ho provi­do de um rei.” (1 Sam. 16:1).

À semel­hança de Israel, os cristãos devem colab­o­rar na gov­er­nação da nação, através de home­ns e mul­heres de carác­ter e ded­i­ca­dos à causa democráti­ca. O Sen­hor Jesus tam­bém elegeu home­ns para o aju­dar na mis­são da cri­ação do reino: “E, chaman­do os seus doze dis­cípu­los, deu-lhes poder sobre os espíri­tos imun­dos, para os expul­sarem, e para curarem toda a enfer­mi­dade e todo o mal.” (Mat 10:1) . “E depois dis­to desig­nou o Sen­hor ain­da out­ros seten­ta, e man­dou-os adi­ante da sua face, de dois em dois, a todas as cidades e lugares aonde ele havia de ir.” (Luc. 10:1). Jesus acon­sel­ha: “Dai a César o que é de César e a Deus o que de Deus.” (Mat. 22:21). Dar a César é con­tribuir com os dev­i­dos impos­tos para o gov­er­no do país, dar a Deus é con­tribuir em todas as for­mas para cresci­men­to do reino de Deus. Para a mel­hor causa, con­vém eleger sem­pre os mel­hores em carác­ter e ded­i­cação.

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