Jesus Luz do Mundo

Bíblia MundoLeitura: João 8:12–20

Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida.” (v. 12)

A estrela Sírius está tão distante da terra que leva oito longos anos para a sua luz chegar até nós. Contudo, o seu brilho é, no telescópio do astrónomo, semelhante ao do Sol. Se a luz duma estrela criada é assim na esfera física, como será o esplendor daquele que é o seu Criador? As Escrituras dizem que “Deus é luz e não há nele trevas algumas.”

Noutro lugar, somos informados que “Deus é um fogo consumidor.” Tal esplendor atrai-nos e envolve-nos a ponto de resplandecermos o Seu brilho. Por isso, Jesus disse que os seus discípulos são a luz do mundo.  Durante a noite, o resplendor do Sol é projectado na lua, que o reflete sobre nós, mas, ainda que bastante reduzido, somos beneficiados por essa luz noturna.

Como discípulos de Cristo estamos expostos à Sua luz, que espiritualmente se reflecte sobre nós e, por sua vez, é refletida no mundo através do nosso procedimento. Naturalmente, para que isso aconteça é necessário seguir o Seu exemplo e realizar boas obras em Seu nome. A nossa leitura em epígrafe é precedida por um belo exemplo do Senhor.

 Enquanto alguns líderes religiosos estavam dispostos a lapidar a mulher, Jesus manifestou compaixão, perdão e libertação. Ele não veio para condenar,  mas para salvar. Assim deve acontecer com os Seus discípulos. Ele aconselha: “Sede misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso. Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados.” Eis o reflexo da luz recebida da fonte geradora que é Deus. No início deste Evangelho João testemunha que viram a Sua glória, própria do Filho unigénito de Deus.

CRISTÃOS a LUZ do MUNDO

pois out­rora éreis trevas, mas agora sois luz no Sen­hor; andai como fil­hos da luz, …aprovando o que é agradável ao Sen­hor.” (Ef. 5:8–10)

São Paulo faz refer­ên­cia ao texto ini­cial de Géne­sis, quando Deus disse que a luz bril­hasse nas trevas, “é quem bril­hou em nos­sos corações para ilu­mi­nação do con­hec­i­mento da glória de Deus na face de Cristo.” (2 Co 4:6). Parece que recuou ao tempo da sua exper­iên­cia no cam­inho de Dam­asco, quando a luz bril­hou de forma a con­tem­plar a face do Sen­hor.

À semel­hança do caos na cri­ação, dom­i­nado pela escuridão, o após­tolo exper­i­men­tou as trevas da ignorân­cia, mas Deus disse “haja luz” e houve luz, e pôde con­tem­plar o rosto daquele que perseguia, a luz da vida. E a luz res­p­lan­de­ceu nas trevas, e as trevas fugi­ram e acon­te­ceu um novo dia. Saulo de Tarso era agora, após o encon­tro com Cristo, uma nova criatura para levar a luz às nações. A tor­menta que perseguia os dis­cípu­los de Cristo desa­pare­ceu e a paz regres­sou aos corações.

Tam­bém nós out­rora vivíamos em trevas, mas um dia raiou a luz em nos­sos corações e pudemos con­tem­plar o Sal­vador ressur­recto. Aquele que é a luz do mundo brilha em Seu total esplen­dor para ser seguido por todos. E quem O segue não anda mais em trevas, mas tem a luz da vida. Quem tem a luz da vida afasta-se dos obstácu­los pecaminosos a fim de não perder a sua alma no abismo. Desvia-se dos pro­ced­i­men­tos imorais, das con­ver­sas indeco­rosas, e de toda a injustiça.

Mais adi­ante, o após­tolo escreve: “Por­tanto, vede dili­gen­te­mente como andais, não como nés­cios, mas como sábios, usando bem cada opor­tu­nidade, porquanto os dias são maus.” A mel­hor maneira de viver na luz é procu­rar fazer todas as coisas para glo­ri­ficar a Deus, assim como Jesus, que fez tudo para glória do Pai.

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