Três Reformas Religiosas II

REFORMA RELIGIOSA DE CRISTO, (c. 30 a.D.)

Nesta ocasião estava em causa o desrespeito pela Palavra de Deus

Ai de vós, doutores da Lei e fariseus hipócritas, porque fechais aos home­ns o Reino do Céu! Nem entrais vós nem deix­ais entrar os que o querem faz­er. Ai de vós, doutores da Lei e fariseus hipócritas, que devo­rais as casas das viú­vas, com o pre­tex­to de pro­lon­gadas orações! Por isso, sereis mais rig­orosa­mente jul­ga­dos.

Ai de vós, doutores da Lei e fariseus hipócritas, que per­cor­reis o mar e a ter­ra para faz­er um prosél­i­to e, depois de o ter­des seguro, fazeis dele um fil­ho do infer­no, duas vezes pior do que vós! Ai de vós, guias cegos, que dizeis: ‘Se alguém jura pelo san­tuário, isso não tem importân­cia; mas, se jura pelo ouro do san­tuário, fica sujeito ao jura­men­to.’ Insen­satos e cegos! Que é o que vale mais? O ouro ou o san­tuário, que tornou o ouro sagra­do?

Dizeis ain­da: ‘Se alguém jura pelo altar, isso não tem importân­cia; mas, se jura pela ofer­ta que está sobre o altar, fica sujeito ao jura­men­to.’ Cegos! Qual é o que vale mais? A ofer­ta ou o altar, que tor­na sagra­da a ofer­ta? Por­tan­to, jurar pelo altar é o mes­mo que jurar por ele e por tudo o que está sobre ele; Jurar pelo san­tuário é jurar por ele e por aque­le que nele habi­ta; Jurar pelo Céu é jurar pelo trono de Deus e por aque­le que nele está sen­ta­do.

Ai de vós, doutores da Lei e fariseus hipócritas, porque pagais o díz­i­mo da hort­elã, do fun­cho e do com­in­ho e desprezais o mais impor­tante da Lei: a justiça, a mis­er­icór­dia e a fidel­i­dade! Devíeis praticar estas coisas, sem deixar aque­las. Guias cegos, que fil­trais um mos­qui­to e engo­lis um came­lo! Ai de vós, doutores da Lei e fariseus hipócritas, porque limpais o exte­ri­or do copo e do pra­to, quan­do por den­tro estão cheios de rap­ina e de iniq­uidade! Fariseu cego! Limpa antes o inte­ri­or do copo, para que o exte­ri­or tam­bém fique limpo. (Mat 23:13-26)

Então, orde­nou aos dis­cípu­los: Ide por todo o mun­do, pre­gai o evan­gel­ho (do reino) a toda a criatu­ra. O Sen­hor tin­ha ini­ci­a­do a refor­ma reli­giosa na sua ter­ra, ago­ra era pre­ciso levá-la a todo o mun­do. E seus dis­cípu­los cumpri­ram a sua mis­são procla­man­do o evan­gel­ho do reino.

Cre­mos que hoje é necessária out­ra refor­ma, voltan­do às Escrit­uras Inspi­radas, inter­pre­tadas segun­do as regras da her­menêu­ti­ca históri­co-gra­mat­i­cal, à luz do seu con­tex­to bíbli­co e cul­tur­al.

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