A Linha Distintiva

Leitu­ra: Mateus 25:41–46

Então, tam­bém estes per­gun­tarão: Sen­hor, quan­do te vimos com fome, ou com sede, ou forasteiro, ou nu, ou enfer­mo, ou na prisão, e não te servi­mos?” (v. 44)

Reflexão

Hoje não podemos servir o Sen­hor dire­ta­mente como os dis­cípu­los o servi­ram no seu tem­po. Atual­mente, somente podemos servi-lo como rep­re­sen­tantes, fazen­do o que Ele faria em nos­so lugar. Jesus é amoroso e altruís­ta, sem­pre pron­to para aju­dar os neces­si­ta­dos. Como bons dis­cípu­los deve­mos seguir o seu exem­p­lo, caso con­trário, um dia tam­bém ques­tionare­mos: Sen­hor, quan­do te vimos com neces­si­dade e não te ajudá­mos? E a Sua respos­ta será: “Em ver­dade vos digo que, sem­pre que o deix­as­tes de faz­er a um destes mais pequeni­nos, deix­as­tes de o faz­er a mim.”

Aqui se encon­tra a lin­ha divisória, ou dis­tin­ti­va, entre bons e maus dis­cípu­los. Os bons vivem no amor práti­co e na mis­er­icór­dia, enquan­to os maus prati­cam somente rit­u­ais reli­giosos. Tia­go diz que a religião dos tais é vã; e que a ver­dadeira religião é mar­ca­da pelas boas obras, dirigi­das aos neces­si­ta­dos em nome de Jesus. A fé genuí­na leva a mar­ca das boas obras. Se estas não acom­pan­harem aque­la, como será com­pro­va­da a ver­dadeira fé? Paulo ensi­na que fomos cri­a­dos em Jesus Cristo para prati­car­mos as boas obras. Sem elas a fé fica invál­i­da e sem galardão.

A sal­vação impli­ca renun­ciar às más obras, fru­to da natureza car­nal, e exerci­tar as boas obras como fru­to do Espíri­to e teste­munho da nova vida.”

Oração

Sen­hor, con­cede-me a graça de poder servir os out­ros como a Ti mes­mo, min­is­tran­do às suas neces­si­dades quo­tid­i­anas, a fim de não ser rejeita­do quan­do chegar à Tua pre­sença. Amém.

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